quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Moda e Meio Ambiente: a parceria do futuro

Depois de muito se falar sobre os estragos sofridos pelo meio ambiente as pessoas estão tomando consciência de seus atos e pensando melhor no que podem fazer para “salvar o planeta”. Com o mundo da moda não foi diferente. Diversas marcas promoveram desfiles e coleções baseadas na chamada “ecomoda”, onde o objetivo era fazer uma moda que respeitasse o meio ambiente. Exemplos de marcas nacionais que aderiram à ecomoda são a Osklen, Poko Pano, Gooc, Vide Bula e Hering.

Uma iniciativa bastante interessante foi realizada pelo São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil, na edição de janeiro de 2007. O tema da semana de moda foi “o desenvolvimento sustentável e a criatividade”. Outro evento interessante foi a campanha “Eu não sou de plástico”, que teve como responsável a jornalista de moda Lilian Pacche, onde o objetivo era incentivar as pessoas a não utilizarem sacolas plásticas. Para isso, mais de cem estilistas participaram do evento e desenharam bolsas exclusivas, juntamente com ONGS e outras entidades relacionadas.Essa moda sustentável apropria-se tanto de materiais reciclados quanto de materiais que não causam danos ao meio ambiente, como tecidos orgânicos e tintas naturais. Algumas marcas utilizam como matéria prima retalhos de tecidos de grandes indústrias têxteis ou até mesmo roupas velhas.

Mesmo assim, algumas pessoas ainda têm certa resistência para aceitar essa tendência por acharem que se trata de coisas feitas com restos ou com materiais que não prestam. Essas pessoas que têm esses pensamentos deveriam rever seus conceitos e dar uma pesquisada melhor no assunto. Elas verão que são coisas de boa qualidade e que na verdade, só contribuem para a preservação do meio ambiente.

Certo ou incerto, futuro

Quando recebi a missão de escrever um texto sobre “profissão jornalista” me lembrei de uma atividade que o professor Edrei, de filosofia, nos mandou fazer no primeiro dia de aula. Lembro que eu tinha uma visão um pouco romântica da profissão, imaginava o jornalismo imparcial, a favor das minorias. Aos poucos fui modificando essa idéia, mas ainda acredito no jornalismo de qualidade.

Se tem uma pessoa que acha o futuro algo muito incerto, essa pessoa sou eu. Por causa dessa minha insegurança, costumo fazer alguns planos para o caso de algum não dar certo. Estou falando isso porque não sei ao certo o que seguir dentro do jornalismo. Acho que o curso me abriu um leque com várias opções e eu gosto de muitas delas. Tenho preferência pelo jornalismo de moda e por assessoria de comunicação. Bom, mas o futuro a Deus pertence.

Vida de estudante

A faculdade foi uma época muito boa da minha vida. Acho que eu comecei a ver o mundo com outros olhos. Nesse sentido foi bastante positiva, passei a perceber que as coisas geralmente não são só positivas ou negativas. Para tudo há um meio termo.

Durante esse período conheci pessoas maravilhosas que vou levar pra sempre, mesmo que só no coração e na lembrança. Na época do colégio as pessoas com quem você anda, geralmente são parecidas com você. Eu percebi que isso não é a receita de sucesso para uma amizade na faculdade. Conheci pessoas totalmente diferentes e que mesmo assim são do meu circulo de amizade.

Os professores desempenharam um papel fundamental na minha formação. Acredito que muitas vezes a transmissão de experiências foi mais importante do que determinadas leituras. Levo lembranças muito positivas desses 4 anos que parecem ter começado ontem.

Quem sou eu?

Eu concordo quando dizem que falar de nós não é fácil. Não tenho muitas dificuldades para escrever sobre outras pessoas, mas quando o assunto sou eu, a dificuldade aparece. Para começar, eu nasci e morei até os 15 anos em uma cidadezinha de no máximo 30 mil habitantes e distante 160 quilômetros de Maringá, Goioerê. Acho que carrego algumas características desse local, meu stress no trânsito por exemplo.

Bom, as vezes eu acho que nasci em uma época diferente e talvez em um lugar diferente. Sabe quando parece que você não se encaixa muito nas coisas? Mas eu gosto de várias coisas da “atualidade”. Adoro assistir filmes, principalmente drama, confesso. Também gosto muito de livros, um dos meus sonhos é ter uma biblioteca em casa, já tenho três prateleiras.rês prateleiras.

Eu não sou muito extrovertida, mas sei ser amiga. Aliás tenho poucos, porém verdadeiros amigos. A família tem um peso muito grande na minha vida, mas eu sei separá-la da minha vida profissional. Aliás são dois pontos que eu prezo bastante.

Só pra rir um pouco...

Enquanto a Lizandra e a Mayara postaram textos sérios em Curiosidades, preferi colocar alguns vídeos engraçados, que por sinal renderam muitas risadas nos últimos dias, são "produções" de uma qualidade fora do comum, verdadeiras obras primas da Música Popular Brasileira.

Alguns eu conheci via Twitter, aliás, desses vídeos que vou postar hoje, todos foram "conhecidos" via Twitter.

Então pra diversão geral: Kombi Branca com Vitória Matos; um Tchanananana com Mike e pra encerrar uma aula de inglês em What is the brother com Ednaldo Pereira.









Muito mais que apenas saber escrever, isso é Jornalismo!

Quem entra na faculdade de jornalismo, nem sabe ao certo, o que é jornalismo, isso foi algo que pude comprovar em minha sala. Muita gente entrou na faculdade achando que ia aparecer na TV, que ia ser famoso, que ia apresentar o Jornal Nacional. Mas acho que jornalismo é muito mais que um simples apresentar jornal, o trabalho do jornalista começa muito antes, ainda na pauta, decidindo o que pode ou não interessar o seu público e seu leitor/ouvinte/telespectador.

Depois de definida a pauta, o jornalista começa a parte mais interessante do trabalho, que é coletar dados, “correr atrás de entrevistados”, tomar aquele “chá de cadeira” esperando por uma entrevista, enfim, coisas que todo jornalista já passou, creio eu.

O mais interessante nessa profissão, é o de dar voz ao povo, e levar informações ao povo, levar informação à quem precisa de informação, e hoje em dia, quem é que consegue viver sem informação? Por mais superficial que ela seja.

O jornalista precisa informar e também ser informado, em minha opinião o jornalista é uma pessoa que sabe de tudo um pouco, nem sempre é especializado naquilo, mas durante a realização de uma matéria, acaba por aprender, mesmo que de forma superficial alguma coisa sobre a sua pauta.

Acho que mesmo o jornalismo virando algo comercial, uma coisa que toda pessoa que pensa em fazer jornalismo deve ter na cabeça, é a questão de ajudar o próximo de alguma forma através do jornalismo, a função social do jornalismo existe mesmo, não é “história pra boi dormir”, mas nem sempre tem espaço para que isso aconteça. Para entrar na faculdade não basta saber escrever, como muitos pensam, jornalismo é muito mais que um simples texto, podem confiar.

Aos 45 minutos do Segundo Tempo

Como vi minha amiga Lizandra Gomes dizendo em seu texto, o que mais se ouve dizer antes da faculdade são as festas, os barzinhos e os momentos pós aula, ou no caso de alguns, durante a aula mesmo. E isso ficou bem claro logo no começo da faculdade, talvez em situação menor, até porque estudávamos de manhã e ir logo cedo para o bar não é tão comum como ir a um barzinho a noite.

Mas nos 4 anos de curso, que estão se esgotando em uma semana, muita coisa aconteceu, e talvez algumas ideias que tinha durante o curso ou até antes de entrar na faculdade foram ficando pelo caminho, assim como outras ideias que eu nunca tive e que apareceram durante o curso, mas uma coisa que mantive desde o começo, ou até antes do curso, foi a paixão pelo esporte e a vontade de respirar isso, como disse no meu “perfil”. Esse interesse por esporte foi o que me condicionou a entrar na faculdade de Jornalismo, e graças a Deus, isso foi uma das únicas coisas que eu mantive intacto durante todo o curso. Mesmo sabendo que esse meio é meio “sujo”, mas acredito que todos os meios são assim.

Outra coisa que ganhei nesses 4 anos de faculdade, foram amigos que pretendo levar para o resto da vida, alguns com maior intensidade que outros, mas todos fazendo parte do roteiro desse “filme” que é fazer uma faculdade.

Acredito que depois da banca de defesa, a maioria dos estudantes está da mesma maneira, dando graças a Deus por ter conseguido se formar, e ao mesmo tempo fica um “vazio” por saber que não irá mais acordar cedo e ir pra faculdade, ouvir os professores, as piadas sem graças (ou não) dos amigos. Fazendo uma comparação bem “idiota”, essa semana pós-banca de defesa é como se fosse um time com o título garantido esperando o apito do árbitro para comemorar com a sua torcida (que nesse caso são amigos e familiares).

Portanto, acho que em pouco tempo sentirei muita falta de tudo que passei em sala, em laboratório, algumas experiências dentro da própria Rádio Cesumar, que foi um lugar que me deu espaço não apenas para crescer profissionalmente, mas também pessoalmente. Enfim, esses 4 anos estão marcados, não apenas de coisas boas, mas com boas lembranças na maioria das vezes.