O dia-a-dia do maringaense que transita de carro pela cidade é marcado por vários inconvenientes. Além do trânsito e a falta de estacionamento público, os motoristas se deparam com mais um incômodo: os flanelinhas. Na maioria das vezes, são os próprios flanelinhas que estipulam um valor e querem, de qualquer forma, receber o dinheiro pelo seu “trabalho”.
O medo de ser agredido por um ‘cuidador’ de carro vem crescendo cada vez mais nas pessoas, principalmente após o episódio do assassinato de um flanelinha, praticado pelo próprio companheiro, que brigaram por apenas dois reais. A barbaridade reascendeu discussões sobre o assunto que já se tornou polêmica em Maringá.
A maringaense Vânia Rossi, 42, não é favor dos flanelinhas. “A gente já paga a Zona Verde, e ainda tem que dar dinheiro para eles. E eu ainda fico preocupada em sofrer alguma agressão.”
Maycon Dutra, 20, acredita que o trabalho do flanelinha é desnecessário. “Eles falam que vão cuidar do carro e não cuidam. Você chega no lugar e ele não está lá, está em outra quadra cobrando de outra pessoa. Além do mais, se a pessoa não aceitar que cuidem do carro corre o risco de sofrer ameaças”, desabafou. Dutra conta que a sua mãe já sentiu na pele a agressão praticada por um flanelinha. “Minha mãe não quis que ele cuidasse do carro, e ele perseguiu ela de bicicleta, agrediu ela. Até que apareceu um rapaz do Setran e deu uma dura nele.”
A dúvida que paira na cabeça dos moradores é qual tipo de atitude tomar em relação aos flanelinhas. Vânia acredita que, apesar da prefeitura ter tentado resolver a questão, o que “precisavam fazer é algum outro tipo trabalho, um trabalho de educação, talvez”. Já para Lucas Raggioto, o essencial seria que a polícia ficasse atenta, e a sociedade denunciasse o que visse de errado.
O medo de ser agredido por um ‘cuidador’ de carro vem crescendo cada vez mais nas pessoas, principalmente após o episódio do assassinato de um flanelinha, praticado pelo próprio companheiro, que brigaram por apenas dois reais. A barbaridade reascendeu discussões sobre o assunto que já se tornou polêmica em Maringá.
A maringaense Vânia Rossi, 42, não é favor dos flanelinhas. “A gente já paga a Zona Verde, e ainda tem que dar dinheiro para eles. E eu ainda fico preocupada em sofrer alguma agressão.”
Maycon Dutra, 20, acredita que o trabalho do flanelinha é desnecessário. “Eles falam que vão cuidar do carro e não cuidam. Você chega no lugar e ele não está lá, está em outra quadra cobrando de outra pessoa. Além do mais, se a pessoa não aceitar que cuidem do carro corre o risco de sofrer ameaças”, desabafou. Dutra conta que a sua mãe já sentiu na pele a agressão praticada por um flanelinha. “Minha mãe não quis que ele cuidasse do carro, e ele perseguiu ela de bicicleta, agrediu ela. Até que apareceu um rapaz do Setran e deu uma dura nele.”
A dúvida que paira na cabeça dos moradores é qual tipo de atitude tomar em relação aos flanelinhas. Vânia acredita que, apesar da prefeitura ter tentado resolver a questão, o que “precisavam fazer é algum outro tipo trabalho, um trabalho de educação, talvez”. Já para Lucas Raggioto, o essencial seria que a polícia ficasse atenta, e a sociedade denunciasse o que visse de errado.
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